2008 tem sido de comemoração dos 200 anos da chegada da Família Real no Brasil. Foi realmente um momento marcante da nossa história, pois representa grandes conquistas para o país, assim como o contato com a cultura européia e um novo modo de se vestir e portar, trazidos pelos costumes da corte portuguesa, recém-chegada aqui. Para nós, é comum ouvir que a Família Real Portuguesa fugiu para o Brasil, devido à invasão francesa de 1807, o que é, na verdade, incorreto para os portugueses: naquela época, o território brasileiro pertencia a Portugal; logo, o que realmente aconteceu foi uma transferência da sede da corte para outra parte do Reino! Cada um com a sua versão...
E de onde veio a Família Real? De Portugal, claro! Mas, qual a sua origem?
Um destaque em Portugal é a cidade de Guimarães, o berço da nação portuguesa, situada no norte do país. Foi escolhida como capital da nascente nação por Afonso Henriques, que auto-proclamou-se o primeiro rei de Portugal, em 1139: era um pequeno condado, chamado Portucale, do reino de Leão e Castela, que foi declarado independente por Afonso Henriques, cujo perfil aparece no brasão de Portugal. Em Guimarães, podemos visitar o Castelo de São Miguel, onde consta que o rei nasceu e foi batizado, e o Paço dos Duques (não deixem de conhecer: existe uma sala de banquetes, em homenagem às explorações marítimas, e seu teto imita o casco virado de uma caravela!). Também vale a pena dar um passeio pela cidade, por suas pequenas ruas, além de conhecer a estátua em homenagem ao rei português.
E de onde veio a Família Real? De Portugal, claro! Mas, qual a sua origem?
Um destaque em Portugal é a cidade de Guimarães, o berço da nação portuguesa, situada no norte do país. Foi escolhida como capital da nascente nação por Afonso Henriques, que auto-proclamou-se o primeiro rei de Portugal, em 1139: era um pequeno condado, chamado Portucale, do reino de Leão e Castela, que foi declarado independente por Afonso Henriques, cujo perfil aparece no brasão de Portugal. Em Guimarães, podemos visitar o Castelo de São Miguel, onde consta que o rei nasceu e foi batizado, e o Paço dos Duques (não deixem de conhecer: existe uma sala de banquetes, em homenagem às explorações marítimas, e seu teto imita o casco virado de uma caravela!). Também vale a pena dar um passeio pela cidade, por suas pequenas ruas, além de conhecer a estátua em homenagem ao rei português.
Castelo de São Miguel

Paço dos Duques
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Estátua de Afonso Henriques
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Outra personagem importante foi a Rainha Maria I, primeira rainha em Portugal a exercer o poder efetivo, batizada como Infanta Maria Francisca Isabel Josefa Antónia Gertrudes Rita Joana. Ela foi Rainha de Portugal, de 1777 a 1816, sucedendo ao seu pai, o Rei José I. D. Maria foi também Princesa do Brasil, Princesa da Beira e Duquesa de Bragança. Conhecida como A Piedosa ou A Pia, pois era muito religiosa, veio a tornar-se Dona Maria, a Louca, devido à doença mental, depois da morte do seu filho primogênito. Em 1799, seu filho e herdeiro João assumiu a regência – era D. João VI de Portugal. D. Maria mandou construir, em Lisboa, a Basílica da Estrela, de grande valor estético, um dos mais importantes monumentos da Lisboa do século XVIII. A Basílica do Sagrado Coração de Jesus foi concebida por Mateus Vicente de Oliveira e construída entre 1779 e 1790, tendo sido terminada por Reinaldo Manuel dos Santos. Com uma nave única e com o traçado da cruz de Cristo, a basílica possui seis altares laterais, sendo que a capela maior recebe luz das janelas e do domo, e as paredes são revestidas por mármores cinza, rosa e amarelo. Nela, encontramos um presépio de Machado de Castro, formado por mais de 500 figuras de cortiça e terracota, além do elaborado túmulo de D. Maria, no transepto direito, em mármore negro. Está localizada no Largo da Estrela, sendo de fácil acesso com o “eléctrico” 28, o bondinho mais bacana de Lisboa, que nos leva a vários pontos turísticos e interessantes da capital de Portugal. E, por que não?, nos mostra um pouquinho do Brasil, com perfume e sotaque portugueses! É uma influência e tanto...
Túmulo de D. Maria I

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