Estes cadernos de notas possuem características únicas: cantos arredondados, uma lombada costurada (pode ser aberta até 180º) e uma capa dura, feita em cartão e revestida por material impermeável. Além disso, há um elástico para fechar (ou marcar) suas folhas, que são de papel sem ácidos, ou seja, não amarelam com o tempo, assim como possuem uma bolsa interna extensível, também feita em cartão. Trazem sempre um folheto sobre a história dos Moleskine, em várias línguas, e a folha de rosto permite que sejam anotados os dados pessoais do proprietário.
Eram produzidos por um pequeno papeleiro francês, da cidade de Tours, para a elite artística e de vanguarda, até o fim do século XX, quando sua confecção foi descontinuada. Contam que, em 1986, o escritor Bruce Chatwin, prestes a viajar para a Austrália, tentou comprar seus cadernos Moleskine, na papelaria da rue de l’Anciènne Comédie, em Paris, quando soube que eles não estavam sendo mais fabricados: “Le vrai Moleskine n’est plus” (isto é, já não existe o autêntico Moleskine).
No entanto, em 1998, a Modo & Modo, uma empresa italiana de artigos de escritório, lançou os “carnets (cadernos) Moleskine”, similares mas não idênticos aos procurados por Chatwin... Desde 2006, eles são impressos na China, sendo montados e costurados na Itália.
Então, quer um?
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