Ano: 1961.
Filme: Bonequinha de luxo.
Local: vitrine da Tiffany&Co., NY.
Quem?
Audrey Hepburn, como Holly Golightly, ...
Audrey Hepburn, como Holly Golightly, ...
... e um Ray-Ban!
Foto: Museu de cera Madame Tussauds, Londres.
Surgidos em 1937, os óculos Ray-Ban foram criados pela Bausch & Lomb, para atender a um pedido do exército americano. Os aviadores da Primeira Guerra Mundial lançaram um ícone: o Ray-Ban Aviator, um must-have a partir de então.
Já na década de 1950, foi a vez do modelo Wayfarer, não mais em metal, mas feito em acetato. E eles estavam no rosto da Audrey, na antológica cena...
A Luxottica Group, sediada em Milão/Itália, comprou a marca Ray-Ban, em 1999. Hoje, os óculos Ray-Ban são um símbolo atemporal de design e estilo.
Aqui estão os meus:
Já na década de 1950, foi a vez do modelo Wayfarer, não mais em metal, mas feito em acetato. E eles estavam no rosto da Audrey, na antológica cena...
A Luxottica Group, sediada em Milão/Itália, comprou a marca Ray-Ban, em 1999. Hoje, os óculos Ray-Ban são um símbolo atemporal de design e estilo.
Aqui estão os meus:
Aviator RB 3025 – ganhei de presente no Dia dos Namorados, há três anos. Amei! É o meu preferido, cujo modelo já era usado por mim, desde criança, nos óculos de grau...


Máscara RB 3211 – comprado no Duty Free, da Argentina, como presente de aniversário deste ano. Ele foi protagonista de uma história de viagem marcante (leia aqui)...
Jackie Ohh II RR 4098 – trazido desta viagem e comprado no El Corte Inglés, em Lisboa. Modelo super atual, seguindo a tendência dos mega-óculos, no melhor estilo Jackie O.
A Audrey não tinha razão em usá-los?
***ATUALIZAÇÃO: ***Blogagem Coletiva*** Hoje é dia de homenagear Cecília Meirelles, pelo seu aniversário, uma escritora ímpar que fez da sua literatura um símbolo da feminilidade! Como bailarina, meu poema preferido não poderia ser outro:
A bailarina – Cecília Meirelles
Esta menina tão pequenina
quer ser bailarina.
Não conhece nem dó nem ré
mas sabe ficar na ponta do pé.
Não conhece nem mi nem fá
mas inclina o corpo para cá e para lá.
Não conhece nem lá nem si,
mas fecha os olhos e sorri.
Roda, roda, roda com os bracinhos no ar
e não fica tonta nem sai do lugar.
Põe no cabelo uma estrela e um véu
e diz que caiu do céu.
Esta menina tão pequenina
quer ser bailarina.
Mas depois esquece todas as danças,
e também quer dormir como as outras crianças.
***
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