Os samurais eram os guerreiros do Japão, na era feudal, cujo código de honra e conduta – o Bushido – falava em honra, lealdade, justiça e perfeição. O prestígio em ser samurai era grande, dentro da ditadura militar conhecida como Xogunato ou Bakufu, onde ele ocupava altos cargos, por quase oito séculos. No sentido literal, samurai significa aquele que serve, visto que eles começaram como subordinados ao imperador. No século XIX, a classe samurai desapareceu, restando apenas o seu código de comportamento e as artes com as espadas, que sobrevivem até hoje, com os samurais modernos, que usam a filosofia do Bushido para adquirir controle e disciplina.
No Japão antigo, as gueixas tinham uma formação privilegiada e era comum que famílias pobres vendessem suas filhas, caso fossem bonitas ou graciosas, para que fossem treinadas e se tornassem gueixas. Elas eram “criadas” pela oki-ya, a dona do estabelecimento onde viviam e também uma “segunda mãe” para estas meninas, inicialmente conhecidas como maiko. Os principais bairros – ou hanamachi – de oki-ya situam-se em Kyoto e Tóquio.
O maior símbolo das gueixas é o quimono... mas isto é assunto para o próximo post: os impressionantes quimonos, suas estampas e dobras, além dos acessórios. Os exemplares expostos na exposição são um luxo – imperdível!
“NIPPON – 100 anos de integração Brasil-Japão”
Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro
Rua Primeiro de Março, 66
até o dia 13 de julho das 10 às 21h – Entrada franca
Informações: (21) 3808-2020
CCBB – Brasília/DF
SCES, trecho 2, conjunto 22
de 5 de agosto a 12 de outubro das 9 às 21h – Entrada franca
Informações: (61) 3310-7087
No comments:
Post a Comment